Uma iniciativa conjunta das empresas de Tecnologia IBM e SAP vai beneficiar quatro países da América Latina com projetos de melhoria da educação e inclusão social e digital de portadores de deficiência.
O Brasil será um dos países contemplados, ao lado de Argentina, Colômbia e México, em ações que poderão beneficiar 27 mil pessoas nos três anos de duração da parceria.
Segundo informações divulgadas à imprensa, no Brasil a ONG selecionada foi a AVAPE, que tem como foco a capacitação de pessoas com deficiência. A aliança espera treinar nove mil participantes.
Na Argentina e Colômbia, o objetivo é ensinar inglês para crianças de comunidades carentes. A estimativa é que a iniciativa beneficiará, respectivamente, cinco mil e 10 mil estudantes, além de 240 professores colombianos.
E no México, onde a ONG selecionada já é especialista em integrar ferramentas visuais no processo de educação e reabilitação social, a estimativa é capacitar 13 mil crianças de comunidades vulneráveis, além de 450 professores.
De acordo com as companhias, a IBM será responsável pela execução dos programas em cada um dos quatro países e a SAP patrocinará a tarefa e vai estimular seus funcionários para que desenvolvam projetos de voluntariado junto às ONGs.
Mostrando postagens com marcador IBM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IBM. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
IBM estimula voluntariado e cidadania entre os funcionários
Um grupo de 110 funcionários da IBM em todo o mundo, entre os quais três brasileiros, foram selecionados entre os mais de 5 mil inscritos para participar de um programa da área de cidadania corporativa global da companhia.
O processo de seleção, um dos mais disputados dentro da gigante de informática, chama a atenção por envolver justamente o trabalho voluntário e de interação com outras culturas.
Os selecionados embarcam a partir deste mês para seis países: Romênia, Turquia, Vietnã, Filipinas, Gana e Tanzânia, onde irão trabalhar em projetos que integram desenvolvimento econômico e tecnologia da informação.
“Temos uma idéia de que vamos ensinar muito mais do que aprender, mas creio que essa visão é muitas vezes distorcida porque o objetivo é dividir experiências e estar aberto para aprender”, conta Rafael Cunha, o primeiro dos brasileiros a embarcar, nesta quarta-feira (16/07), para as Filipinas, em comunicado distribuído à imprensa.
Os 110 voluntários estarão envolvidos em projetos bastante concretos ao longo deste ano, segundo a empresa. Acompanhe alguns deles, divulgados pela IBM:
-Timisoara e Sibiu, na Romênia: identificar pequenas e médias empresas com alto potencial de crescimento que necessitem de treinamento comercial para poder entrar em redes de negócios regionais e globais.
-Izmir, na região do mar Egeu da Turquia Oriental: auxiliar as câmaras de comércio e prefeituras locais a promover um desenvolvimento econômico e social democrático.
-Kumasi, Gana: otimizar os processos comerciais e oferecer treinamento para uma rede de pequenas e médias empresas que tentam ampliar seu perfil de negócios.
-Arush, Tanzânia: dar assistência a uma organização global de microfinanças para que ela possa aos empresários que buscam seus microcréditos e serviços de treinamento comercial.
-Cagayan de Oro e cidade de Davao, nas Filipinas: criar sistemas de informação gerencial para o acompanhamento do progresso obtido pelos beneficiários de empréstimos e subvenções do Programa Filipino de Assistência ao Desenvolvimento.
-Cidade de Danang, no Vietnã: apoiar o rápido desenvolvimento de pequenas e médias empresas filiadas à Câmara de Comércio de Danang, através da criação de programas de treinamento em gerenciamento de tecnologia de informação.
O processo de seleção, um dos mais disputados dentro da gigante de informática, chama a atenção por envolver justamente o trabalho voluntário e de interação com outras culturas.
Os selecionados embarcam a partir deste mês para seis países: Romênia, Turquia, Vietnã, Filipinas, Gana e Tanzânia, onde irão trabalhar em projetos que integram desenvolvimento econômico e tecnologia da informação.
“Temos uma idéia de que vamos ensinar muito mais do que aprender, mas creio que essa visão é muitas vezes distorcida porque o objetivo é dividir experiências e estar aberto para aprender”, conta Rafael Cunha, o primeiro dos brasileiros a embarcar, nesta quarta-feira (16/07), para as Filipinas, em comunicado distribuído à imprensa.
Os 110 voluntários estarão envolvidos em projetos bastante concretos ao longo deste ano, segundo a empresa. Acompanhe alguns deles, divulgados pela IBM:
-Timisoara e Sibiu, na Romênia: identificar pequenas e médias empresas com alto potencial de crescimento que necessitem de treinamento comercial para poder entrar em redes de negócios regionais e globais.
-Izmir, na região do mar Egeu da Turquia Oriental: auxiliar as câmaras de comércio e prefeituras locais a promover um desenvolvimento econômico e social democrático.
-Kumasi, Gana: otimizar os processos comerciais e oferecer treinamento para uma rede de pequenas e médias empresas que tentam ampliar seu perfil de negócios.
-Arush, Tanzânia: dar assistência a uma organização global de microfinanças para que ela possa aos empresários que buscam seus microcréditos e serviços de treinamento comercial.
-Cagayan de Oro e cidade de Davao, nas Filipinas: criar sistemas de informação gerencial para o acompanhamento do progresso obtido pelos beneficiários de empréstimos e subvenções do Programa Filipino de Assistência ao Desenvolvimento.
-Cidade de Danang, no Vietnã: apoiar o rápido desenvolvimento de pequenas e médias empresas filiadas à Câmara de Comércio de Danang, através da criação de programas de treinamento em gerenciamento de tecnologia de informação.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Todos em prol do aquecimento global e da conservação de energia
Um relatório da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) divulgado nesta semana mostrou que as mudanças climáticas por conta do aquecimento global serão mais graves do que se imaginava. O que se espera agora para os Estados Unidos, por exemplo, é maior períodos de seca, mesclados com tempestades violentas, calor intenso e fortes furacões.
O alerta é da organização We Can Solve It (Nós Podemos Resolver Isso), que conclama a todos para se juntarem ao debate sobre o aquecimento global e à cobrança por soluções, já que elas dependem de todos nós.
A gigante de informática IBM, por exemplo, afirma que está fazendo a sua parte. Como parte de iniciativas para o uso eficiente da energia, a companhia criou recentemente os "data centers modulares" -- ambientes que abrigam os servidores da rede de uma companhia.
A empresa afirma que os centros modulares que podem ser implementados em empresas de todos os portes, desde as pequenas organizações até as corporações globais, com uma estimativa de redução no consumo de energia que pode chegar a 50%.
Segundo a IBM, em comunicado à imprensa, os data centers modulares são versões em miniatura das instalações de grande porte que assimilam o poderio e a eficiência no uso de energia de instalações que atendem a clientes do mundo inteiro.
De acordo com ela, as empresas estão dobrando seus requisitos computacionais e de dados a cada 9 a 24 meses, diante do crescimento do volume de dados dentro de cada corporação. Ambientes como esse exigem refrigeração intensa e, por isso, consomem grande quantidade de energia. Por isso, a hora de começar a se preocupar é agora.
O alerta é da organização We Can Solve It (Nós Podemos Resolver Isso), que conclama a todos para se juntarem ao debate sobre o aquecimento global e à cobrança por soluções, já que elas dependem de todos nós.
A gigante de informática IBM, por exemplo, afirma que está fazendo a sua parte. Como parte de iniciativas para o uso eficiente da energia, a companhia criou recentemente os "data centers modulares" -- ambientes que abrigam os servidores da rede de uma companhia.
A empresa afirma que os centros modulares que podem ser implementados em empresas de todos os portes, desde as pequenas organizações até as corporações globais, com uma estimativa de redução no consumo de energia que pode chegar a 50%.
Segundo a IBM, em comunicado à imprensa, os data centers modulares são versões em miniatura das instalações de grande porte que assimilam o poderio e a eficiência no uso de energia de instalações que atendem a clientes do mundo inteiro.
De acordo com ela, as empresas estão dobrando seus requisitos computacionais e de dados a cada 9 a 24 meses, diante do crescimento do volume de dados dentro de cada corporação. Ambientes como esse exigem refrigeração intensa e, por isso, consomem grande quantidade de energia. Por isso, a hora de começar a se preocupar é agora.
Marcadores:
economia de energia,
IBM,
meio ambiente,
preservação ambiental
terça-feira, 17 de junho de 2008
Gigantes de informática investem em tecnologia solar
As companhias IBM e Intel decidiram apostar no uso de fontes alternativas de energia, como a solar. A IBM, por exemplo, informou ontem (16/6) a criação de uma parceria com a empresa de chips Tokyo Ohka Kogyo (TOK) para desenvolver tecnologias mais eficientes no uso de energia solar. As duas companhias pretendem unir esforços para criar painéis de cristal líquido (LCD) com módulos que sejam capazes de converter raios solares em eletricidade.
Já a Intel, maior fabricante mundial de chips de computador, anunciou que criará uma companhia para desenvolver tecnologia solar a partir dos ativos que hoje já pertencem à companhia americana.
A empresa SpectraWatt Inc. nasce com um aporte de 50 milhões de dólares custeado não só pela Intel, mas por investidores como Cogentrix Energy LLC, do Goldman Sachs Group, PCG Clean Energy and Technology Fund e Solon AG.
A nova companhia vai fabricar células fotoelétricas a partir de 2009 e vendê-las para os fabricantes de módulos.
O uso dos raios solares permite gerar energia sem a emissão de carbono ou petróleo no ar atmosférico e sem lançar mão de energia nuclear. Não é uma boa idéia?
Já a Intel, maior fabricante mundial de chips de computador, anunciou que criará uma companhia para desenvolver tecnologia solar a partir dos ativos que hoje já pertencem à companhia americana.
A empresa SpectraWatt Inc. nasce com um aporte de 50 milhões de dólares custeado não só pela Intel, mas por investidores como Cogentrix Energy LLC, do Goldman Sachs Group, PCG Clean Energy and Technology Fund e Solon AG.
A nova companhia vai fabricar células fotoelétricas a partir de 2009 e vendê-las para os fabricantes de módulos.
O uso dos raios solares permite gerar energia sem a emissão de carbono ou petróleo no ar atmosférico e sem lançar mão de energia nuclear. Não é uma boa idéia?
Marcadores:
CO2,
energia solar,
IBM,
Intel,
meio ambiente
domingo, 8 de junho de 2008
Juntos, os computadores de todo o mundo podem curar doenças
A capacidade ociosa de computadores de todo o mundo pode salvar vidas! O projeto faz parte da iniciativa World Community Grid (WCG), que forma uma rede mundial a partir de toda a capacidade computacional ociosa no planeta para que ela seja usada em pesquisas e acelere a descoberta de cura para doenças.

O projeto mais recente envolve a gigante de informática IBM Corp., a University of Texas Medical Branch, a University of Chicago e a Lanier Middle School, que desde agosto de 2007 atuam em um programa de pesquisa para ajudar a impedir a disseminação e a descobrir métodos eficazes de tratamento e cura da dengue, hepatite C e febre amarela.
O WCG é um supercomputador virtual formado pela união do poder computacional de centenas de milhares de computadores de indivíduos espalhados por todo o mundo. Quando não está sendo utilizada por seus usuários, a capacidade desses computadores é “doada” a uma rede que reúne a potência do tempo ocioso dessas milhares de máquinas, formando um poder computacional sem precedente.
Neste projeto, o WCG está sendo utilizado para fazer cálculos e descobrir medicamentos que impedirão a replicação dos vírus que causam a dengue e outras doenças relacionadas como a hepatite C e a febre amarela. Hoje, já são mais de 380 mil membros inscritos no WCG em todo o mundo, conectando aproximadamente 1 milhão de computadores nesse grande esforço de pesquisa, segundo informações divulgadas à imprensa.
Apenas nos cinco primeiros meses, o projeto para levantar medicamentos para a dengue reuniu uma capacidade de processamento que levaria 3.626 anos para ser atingida sem o WCG, de acordo com o comunicado.
Mas esta não é a única utilidade de projetos como esse. A IBM e pesquisadores da Universidade de Washington também lançaram um programa para desenvolver variedades mais fortes de arroz, capazes de produzir safras maiores e mais nutritivas. Usando o poder de processamento do World Community Grid, esse projeto poderá completar, em menos de 2 anos, pesquisas que levariam mais de 200 anos para serem realizadas.
E todos podem participar: se tiver interesse, baixe o software do WCG e doe o tempo livre de seu computador para causas como essa. É grátis e seguro.
(A foto acima foi extraída do site do WCG).
Marcadores:
IBM,
inclusão digital,
saúde,
supercomputador
terça-feira, 11 de março de 2008
Dar o exemplo e multiplicar os resultados
A IBM ensina: é possível não só tornar suas operações mais ambientalmente responsáveis como ainda servir de exemplo e instrumento para que outras companhias se beneficiem da decisão.
A Big Blue, que adotou o programa 'Big Green' em maio do ano passado, informou hoje já ter cerca de 30 clientes no Brasil beneficiados com a decisão.
Ao criar uma divisão específica de venda de soluções 'verdes', a companhia também espera disseminar o exemplo no mundo corporativo.
No caso da gigante de informática, a consolidação de servidores e a virtualização garantem menos gastos de energia, menor dissipação de calor e até ganhos no espaço físico das empresas, além de um uso mais eficiente da capacidade de processamento das máquinas.
O processo na IBM começou, como não poderia ser melhor, dentro de casa: a companhia decidiu, em agosto de 2007, reduzir 80% do seu consumo de energia com a consolidação de 3.900 servidores em cerca de 30 mainframes da família System z. A eletricidade economizada seria suficiente para abastecer uma pequena cidade. O centro de tecnologia da companhia em Hortolândia (SP) também se prepara para fazer parte desse processo.
Vamos torcer para que o efeito multiplicador desse exemplo seja cada dia mais amplo!
A Big Blue, que adotou o programa 'Big Green' em maio do ano passado, informou hoje já ter cerca de 30 clientes no Brasil beneficiados com a decisão.
Ao criar uma divisão específica de venda de soluções 'verdes', a companhia também espera disseminar o exemplo no mundo corporativo.
No caso da gigante de informática, a consolidação de servidores e a virtualização garantem menos gastos de energia, menor dissipação de calor e até ganhos no espaço físico das empresas, além de um uso mais eficiente da capacidade de processamento das máquinas.
O processo na IBM começou, como não poderia ser melhor, dentro de casa: a companhia decidiu, em agosto de 2007, reduzir 80% do seu consumo de energia com a consolidação de 3.900 servidores em cerca de 30 mainframes da família System z. A eletricidade economizada seria suficiente para abastecer uma pequena cidade. O centro de tecnologia da companhia em Hortolândia (SP) também se prepara para fazer parte desse processo.
Vamos torcer para que o efeito multiplicador desse exemplo seja cada dia mais amplo!
Marcadores:
energia,
IBM,
responsabilidade ambiental,
servidores,
TI
Assinar:
Postagens (Atom)
