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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Obama promete empenho para uso da energia limpa

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, deu um grande alento aos que se preocupam com a conservação energética e o meio ambiente nesta semana.
Ao ser entrevistado pelo ambientalista e ex-vice dos EUA Al Gore, que agora é também o presidente da The We Campaign, Obama prometeu reenergizar os Estados Unidos com energia 100% limpa.
"Nós temos a oportunidade agora de criar empregos em todo o país, em todos os 50 estados, para redesenhar a forma como usamos a energia, para refletir sobre como podemos aumentar a eficiência, tornar nossa economia mais forte, tornar o país mais seguro, reduzir nossa dependência do petróleo importado e nos tornar mais competitivos para as décadas que virão, ao mesmo tempo em que salvamos o planeta", disse Obama, no vídeo que pode ser acompanhado pelo YouTube.
A organização The We Campaign já tem um site para o esforço de tornar toda a energia usada nos Estados Unidos em energia 100% limpa em 10 anos. Acesse o Repower America e dê uma olhada.
E você, já fez sua parte pelo meio ambiente hoje?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Bancos se unem para reduzir emissão de faturas em papel

Um grupo de 129 instituições financeiras se uniu para reduzir, em uma ação conjunta, a emissão de faturas em papel, uma iniciativa para preservar o ambiente e reduzir custos.
A iniciativa, batizada de Projeto DDA (Débito Direto Autorizado) , é coordenada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e será detalhada à imprensa nesta terça-feira (21/10). O objetivo é substituir pelo formato eletrônico todos os boletos de clientes pessoas físicas e jurídicas.
Segundo informações da entidade à imprensa, participam do projeto todos os 129 bancos que compõem a compensação eletrônica dos sistemas de cobrança.
De acordo com a Febraban, mais de 2,36 bilhões de boletos em papel são processados atualmente, volume que cresceu 30% sobre 2007.
A meta dos bancos é eliminar 50% dos boletos em três anos, com a sua apresentação de forma eletrônica. Com previsão para entrar no ar em 12 meses (outubro de 2009), o projeto DDA não vai contemplar, em um primeiro momento, as faturas de telefonia, gás e água.

domingo, 14 de setembro de 2008

Pesquisa mostra que pólo industrial contribui para preservar a floresta em Manaus

Nesta semana estive em Manaus, participando da Feira Internacional da Amazônia (FIAM), e pude perceber que a preocupação ambiental é uma constante tanto entre as empresas como nos discursos das autoridades.
Ainda que o Pólo Industrial de Manaus (PIM) tenha seus problemas a resolver, como a logística complexa e, mais recentemente, a possibilidade de esgotamento da capacidade energética, com o crescimento industrial, a questão ambiental parece bem cuidada.
No último dia do evento, inclusive, os organizadores da FIAM divulgaram uma pesquisa que mostra, pela primeira vez, que a existência do pólo industrial contribui para preservar a floresta.
O estudo mostra que, no período de 2000 a 2006, o valor das emissões de carbono evitadas chega a US$ 10 bilhões. Se considerados os serviços ambientais proporcionados pela preservação, o valor estimado é da ordem de US$ 158 bilhões nesse período.
O estudo foi feito por pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, do Instituto Piatam e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
Financiado pela Nokia do Brasil, com investimento de R$ 600 mil, ele contou ainda com o apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e teve os resultados atestados por pesquisadores dos Estados Unidos, Europa e América Latina.
No período de 2000 a 2006, a pesquisa mostra que a pressão sobre a floresta amazônica diminuiu entre 70% a 77%, em razão da existência do parque industrial de Manaus. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Amazonas conta atualmente com 98% da sua cobertura vegetal preservada.
Para medir o impacto do PIM na preservação da floresta, os pesquisadores utilizaram variáveis que podem influenciar ou não no desmatamento e analisaram seus impactos em mais de 400 municípios de toda a Região Norte. Entre as variáveis estão o impacto de atividades econômicas como a pecuária e a exploração madeireira, dados demográficos, a variação do Produto Interno Bruto (PIB) geral e per capita, a densidade de estradas, e os investimentos públicos realizados nestes municípios, sobretudo em educação.
Em uma segunda fase, os pesquisadores selecionaram as variáveis que indicaram maior índice de desmatamento e as aplicaram para medir o impacto do PIM no Amazonas. Nessa fase, foi incluída a análise dos incentivos econômicos associados ao pólo.
Para quantificar o valor da preservação proporcionada pela existência do PIM, os pesquisadores tomaram como referência valores de mercado e de pesquisas econômicas na área ambiental. No valor de mercado, foi calculada a economia gerada pela preservação ao evitar a emissão de carbono. As duas referências foram a bolsa de Chicago, nos Estados Unidos, onde a tonelada de carbono é negociada a US$ 3, e a bolsa européia, com cotação de US$ 38 por tonelada de carbono. No total, a economia gerada entre 2000 e 2006 girou entre US$ 1 bilhão e US$ 10 bilhões.
A indústria instalada em Manaus pretende encaminhar a pesquisa ao governo do Estado e a parlamentares em Brasília para definir compensações pelo custo evitado do desmatamento, segundo José Alberto da Costa Machado, coordenador geral de estudos econômicos e empresariais da Suframa, no estudo divulgado à imprensa.
As empresas vão além e propõem, ainda, a transformação do PIM em Pólo Ecoindustrial de Manaus, o EcoPIM, e a criação de um selo ambiental. A concessão do selo seria feita às empresas que cumprissem com exigências de caráter ambiental e social, estabelecidas por meio de uma política voltada ao desenvolvimento sustentável. Para a implementação do selo, os pesquisadores sugerem que o estudo dos efeitos do PIM sobre a floresta amazônica deve passar por revisões periódicas. Não é uma boa idéia?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Epson quer zerar emissão de gases que provocam efeito estufa até 2050

O grupo japonês Seiko-Epson estabeleceu o ano de 2050 como prazo máximo para reduzir a praticamente zero as emissões de gás carbônico e de outros gases que contribuam para o efeito estufa de todos os processos produtivos de suas fábricas e de todo o ciclo de vida dos seus produtos.
A companhia informa já ter reduzido em 73% o consumo de energia de sua linha de impressoras jato de tinta nos últimos quatro anos. O consumo caiu 90% no caso dos projetores desenvolvidos pela companhia.
Segundo informações divulgadas pela Epson à imprensa, nos próximos anos ela irá trabalhar na busca de um modelo de negócio que englobe um programa de reciclagem eficiente e que leve à reutilização dos produtos.
A companhia também informou que irá contratar um grupo de especialistas para cortar à metade o gasto de energia de suas fábricas, além de se envolver em um programa de reflorestamento onde os funcionários serão convidados a atuar como voluntários.
Veja o convite que a Epson faz a outras indústrias no comunicado distribuído à imprensa: "Convidamos formalmente todos os setores industriais a unir-se a nós na busca de soluções para fazer frente à mudança climática". E você, já fez sua parte pelo meio ambiente hoje?

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Dell investe em notebooks ecológicos

A Dell, que nesta terça-feira anunciou a renovação de toda a sua linha de notebooks mundialmente, atentou para questões ambientais nos novos modelos.
Segundo a companhia americana, um dos equipamentos da nova família de portáteis, o E4200, é o primeiro notebook da marca cuja placa-mãe é feita de laminados isentos de halogênios.
A medida também vale para os plásticos do gabinete e os alojamentos dos ventiladores.
Os halogênios, como flúor, cloro e iodo, por sua reatividade com metais e não-metais, são tóxicos e podem ser perigosos ou letais para organismos vivos. (Saiba mais no Wikipedia).
Além disso, as embalagens dos novos laptops são feitas de materiais 99% recicláveis.
O presidente da Dell Brasil, Raymundo Peixoto, afirmou aos jornalistas hoje que a companhia, que estabeleceu a meta de se tornar nula na emissão de carbono até dezembro, neutralizou todas as emissões este mês, antecipando a meta. Não é um bom exemplo para as indústrias desse setor?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Caixa eletrônico ecológico feito no Brasil faz sucesso em outros países

A Itautec, companhia brasileira do grupo Itausa, desenvolveu o primeiro caixa eletrônico "ecológico" do mercado, livre de susbtâncias tóxicas como chumbo, mercúrio e cádmio.
O modelo tem feito sucesso não só por aqui, mas em outros países, para quem a Itautec já exportou o equipamento.
Segundo a companhia, os caixas eletrônicos Cx3, como foram batizados, são comercializados desde o final de 2006. O equipamento foi o ganhador do Prêmio Fiesp Mérito Ambiental 2007 e será apresentado no Congresso da II Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental, que acontece na próxima semana em São Paulo.
Segundo a assessoria de imprensa da fabricante brasileira, a Itautec tem unidades do CX3 entregues em clientes nos Estados Unidos, México, Alemanha, África do Sul e Chile.
A empresa destaca que o caixa eletrônico que obedece às diretrizes ambientais tem custo final apenas 2% superior ao preço do produto tradicional, que utiliza os metais nocivos, graças aos ganhos de escala.
Ela também salienta que, ao final de sua vida útil, de aproximdamamente sete anos, esses equipamentos terão destinação final mais ágil e poderão ser facilmente reciclados.
Só para se ter uma idéia dos danos que esses metais causam ao meio ambiente e à saúde, o chumbo, por exemplo, em contato com a chuva ácida, contamina o solo e os lençóis freáticos superficiais.
Quando ingerida por animais ou pelo homem, essa água contaminada provoca inúmeras doenças que podem atingir o sistema nervoso e vascular, além de causar danos cerebrais irreversíveis. Viu como é possível mudar essa história?
(A foto acima foi extraída do site da Itautec)

domingo, 3 de agosto de 2008

Microsoft promete menos gastos de energia com novo Windows

A Microsoft afirma que o Windows Vista, versão mais recente de seu sistema operacional, garante menor consumo de energia nos microcomputadores do que as versões anteriores ou os concorrentes.
A companhia divulgou um estudo na semana passada em que afirma que, no caso específico da América Latina, a economia de energia é equivalente a 140 mil automóveis a menos nas ruas.
A conta é feita com base em um estudo realizado pela própria Microsoft, que mostra que a energia economizada ao se utilizar o Windows Vista pode chegar a até 760 quilowatt-hora por ano, o que representaria uma redução nas emissões de gás carbônico (CO2) de cerca de 540 gramas por computador.
A empresa afirma ter vendido, até o momento, 14 milhões de licenças do Windows Vista na região . Para uma empresa com uma média de mil computadores, economizar essa quantidade de energia pode significar reduções de custos de US$ 70 mil na conta de eletricidade e evitar a emissão anual de aproximadamente 535 mil quilos de CO2, segundo o estudo.
A energia é escassa e finita. Por isso, é importante que as empresas tenham em mente que cada novo produto que chegar ao mercado precisa englobar essa preocupação.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Uso inteligente de garrafas PET ganha novos adeptos

Já comentei neste Blog, no final de abril, de uma iniciativa muito valiosa da rede de varejo Wal-Mart de vender cobertores feitos com fibra das garrafas PET (de plástico), o que, além de garantir cobertas a preços mais acessíveis, reduz a quantidade dessas garrafas depositadas no meio ambiente, onde elas levarão milhares de anos antes da decomposição, poluindo rios e florestas.
Nesta semana, mais uma iniciativa mostra o uso inteligente das fibras do plástico dessas mesmas garrafas. A comunidade do Morro Santana, Região Leste de Porto Alegre (RS), passou a produzir edredons com a fibra do PET, como resultado de uma parceria entre Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local (SMGL), Comitê de entidades no combate a fome e pela vida (COEP/RS), Banco Regional do Extremo Sul (BRDE), Banco do Vestuário da Fiergs, Transportadora Giulian e Maxitex Indústria Têxtil Ltda.
Além de evitar que essas garrafas sejam despejadas no meio ambiente, o projeto garante trabalho e renda aos moradores da região, que já se animam a iniciar a produção de outros itens, como almofadas, travesseiros e bolsas.
A técnica começa com a lavagem das garrafas e, após serem processadas, as fibras são extraídas. Segundo os organizadores, o resultado final é um edredom com uma maciez e poder de aquecimento tão grande quanto a lã natural
Garrafas que mal descartadas poderiam entupir bueiros ou poluir os riachos da cidade geram hoje oportunidade de trabalho para pessoas de baixa renda e produtos a preços mais acessíveis. Não é uma boa idéia?
(A foto acima é de Cristine Rochol, no site da Prefeitura Municipal de Porto Alegre)

domingo, 27 de julho de 2008

Instrumentos musicais e inclusão social

Conheci esta semana, em um jornal da TV Globo, o projeto OELA (Oficina Escola de Lutheria da Amazônia), uma iniciativa muito valiosa que há 10 anos se propõe a formar profissionais na arte de fabricar instrumentos musicais, mas sem perder de vista a inclusão social e digital dos jovens amazonenses.
Um dos muitos pontos a serem elogiados no projeto Oela é a preocupação ambiental. Para a construção dos instrumentos e dos objetos de madeira com marchetaria a instituição só utiliza madeira de origem certificada de acordo com os princípios e critérios do FSC (Forest Stewardship Council - Conselho de Manejo Florestal).
Isso garantiu que ela fosse a primeira escola de lutheria a conquistar e manter o selo sócio-ambiental do FSC.
Além de levar o Curso Básico de Lutheria para adolescentes e jovens da Amazônia Continental, para formação de aprendiz de luthier e restauradores de instrumentos musicais, ensinando-lhes uma profissão, o projeto vai além.
Ele também promove a inclusão digital de 400 adolescentes e jovens em Informática Básica(Word, Excel, Windows) e Avançada (Word e Excel), através de uma parceria com o Comitê pela Democratização da Informática (CDI) .
Também forma diagramadores no Curso de Produção Gráfica, criando novas perspectivas profissionais com intuito a melhor a qualidade de vida dos adolescentes e jovens da região amazônica.
Além disso, o Telecentro OELA Virtual proporciona à comunidade do Zumbi facilidade de pesquisas escolares, comunicação e informações globalizadas, através de acesso gratuito a internet.
Uma das quatro unidades do Oela também oferece apoio psico-pedagógico, ações de comunicação, educação ambiental, teoria musical e cineclube comunitário para adolescentes e jovens em situação de risco social na Zona Leste de Manaus.
A quarta unidade é, na verdade, um "Barco Escola Educador", que desenvolve ações de capacitação em manejo florestal sustentável junto às comunidades tradicionais do município de Boa Vista do Ramos de forma itinerante.
Um projeto que merece ser conhecido!
(As fotos reproduzidas aqui são do site do OELA)

domingo, 13 de julho de 2008

Sistema gratuito do Inpe monitora desastres naturais

Uma ferramenta de geoprocessamento desenvolvida pelos pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) permite armazenar e processar dados ambientais para monitoramento e alerta de desastres naturais, algo que pode ser bastante útil em tempos de aquecimento global e descontrole da natureza.
O Sistema de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Sismaden) foi apresentado na última sexta-feira pelo Inpe à imprensa e integra dados hidrometeorológicos e informações adicionais para a execução das análises e definição de alertas, de acordo com o risco de ocorrência de desastres naturais provocados por extremos climáticos.
O ponto mais interessante, segundo informações divulgadas pela Agência Fapesp, é que o software é gratuito e pode ser baixado pela internet por qualquer pessoa que queira monitorar a meteorologia e o meio ambiente em sua região.
O Sismaden, segundo a Agência Fapesp, consegue gerar modelos matemáticos para a criação de mapas de risco das áreas observadas. A união de informações climáticas, como dados sobre chuvas, temperatura e vento, com os mapas fornecidos pelo sistema permitem acompanhar em tempo real os riscos de desastres naturais, como enchentes, deslizamentos de terra, raios, tornados, furacões e tremores de terra.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Projeto Tear: um gesto de inclusão social e de educação ambiental

O Projeto Tear, desenvolvido em parceria entre o setor público e o privado, é um grande exemplo de que projetos ambientalmente responsáveis e socialmente eficientes podem ser, também, simples de serem colocados em prática. Com benefícios às pessoas e ao ambiente.
Parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos, um dos projetos do Tear atende 100 pessoas com transtornos mentais em um projeto de terapia ocupacional.
Eles trabalham na elaboração de um papel usado nas embalagens de uma rede de supermercado e o mais interessante: o papel é 100% ecológico. Feito com sementes de grama, ele se decompõe rapidamente na terra (em cerca de 10 dias) e faz brotar grama do local!
Segundo divulgação do Projeto Tear à imprensa, a decomposição rápida do papel se dá porque as sementes de grama permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material. Além disso, a confecção não passa por nenhum processo químico. De acordo com os responsáveis, o papel também tem o mesmo custo do material feito com fibras: cerca de R$ 0,90 por folha.
Quem quiser conhecer o papel ecológico ou até adquirir este ou outros dos produtos, como velas decorativas e mosaicos, além de saber mais sobre o projeto Tear, pode visitá-lo de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).

domingo, 6 de julho de 2008

Jardim Botânico ganha Museu do Meio Ambiente

Um local privilegiado como o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que acaba de completar 200 anos da sua inauguração por Dom João VI, ganhou um Museu para se aprender e refletir sobre o Meio Ambiente.
Com apoio da Petrobras e do BNDES, o Museu do Meio Ambiente pretende ter uma exposição permanente sobre o meio ambiente no Brasil e no mundo, onde se possa apresentar desde o planeta Terra e seu povoamento até a questão urbana e o aquecimento global.
O Museu também pretende englobar os sete ecossistemas brasileiros: Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga, Pantanal, Litoral, Pampa e Cerrado, segundo as infromações divulgadas à imprensa.
No calendário do Museu estão previstas, para outubro e novembro, a exposição Revolução Genômica, atualmente no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e a exposição sobre o físico alemão Albert Einstein, em março de 2009.
Desde a última sexta-feira(04/07), para abrir os trabalhos no novo espaço cultural, foi inaugurada a exposição O gabinete de curiosidades de Domenico Vandelli, um naturalista italiano que criou o Jardim Botânico e o Museu de História Natural de Coimbra, e influenciou Dom João VI a montar um Jardim de Aclimação de espécies orientais no Rio de Janeiro, além da criação do Banco do Brasil.
O tema da preservação ambiental, no entanto, não é novo para o Jardim Botânico. Ele já dispõe de um Núcleo de Educação Ambiental (NEA) desde julho de 1992, que desenvolve o Programa de Educação Ambiental. De acordo com o instituto, a idéia é promover uma mudança de comportamento e atitudes frente às questões ambientais, visando a conservação dos seus recursos e a melhoria da qualidade de vida.
(A foto acima é do belo orquidário do Jardim Botânico e está no site do parque)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Todos em prol do aquecimento global e da conservação de energia

Um relatório da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) divulgado nesta semana mostrou que as mudanças climáticas por conta do aquecimento global serão mais graves do que se imaginava. O que se espera agora para os Estados Unidos, por exemplo, é maior períodos de seca, mesclados com tempestades violentas, calor intenso e fortes furacões.
O alerta é da organização We Can Solve It (Nós Podemos Resolver Isso), que conclama a todos para se juntarem ao debate sobre o aquecimento global e à cobrança por soluções, já que elas dependem de todos nós.
A gigante de informática IBM, por exemplo, afirma que está fazendo a sua parte. Como parte de iniciativas para o uso eficiente da energia, a companhia criou recentemente os "data centers modulares" -- ambientes que abrigam os servidores da rede de uma companhia.
A empresa afirma que os centros modulares que podem ser implementados em empresas de todos os portes, desde as pequenas organizações até as corporações globais, com uma estimativa de redução no consumo de energia que pode chegar a 50%.
Segundo a IBM, em comunicado à imprensa, os data centers modulares são versões em miniatura das instalações de grande porte que assimilam o poderio e a eficiência no uso de energia de instalações que atendem a clientes do mundo inteiro.
De acordo com ela, as empresas estão dobrando seus requisitos computacionais e de dados a cada 9 a 24 meses, diante do crescimento do volume de dados dentro de cada corporação. Ambientes como esse exigem refrigeração intensa e, por isso, consomem grande quantidade de energia. Por isso, a hora de começar a se preocupar é agora.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Dia Mundial do Meio Ambiente

A preocupação deve ser constante, mas o dia faz com que todas as atenções se voltem hoje - de junho - ao que estamos fazendo com o ar que respiramos e a terra em que vivemos.
A boa notícia é que estamos assistindo iniciativas de todos os lados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, aproveitou a data para assinar decreto criando três unidades de conservação na Amazônia Legal. Ele também encaminhou ao Congresso o projeto de lei que institui a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.
A Comunidade Européia, por sua vez, promove a Green Week 2008 sob o tema "A Terra é uma só. Não desperdice". Empresas como Alcatel-Lucent aproveitaram o evento para discutir formas "eco-sustentáveis" de praticar seu negócio, que no caso dela é a fabricação de equipamentos de telecomunicações.
Temos visto neste espaço muitas ações para reduzir a emissão de CO2 entre os fabricantes de computadores, além de dicas para que as pessoas contribuam com gestos simples na rotina diária para evitar o desperdício de energia e contribuir, desta forma, para a saúde do meio ambiente.
E você, já fez sua parte em prol do meio ambiente hoje?

quinta-feira, 22 de maio de 2008

BB quer acabar com emissão de fatura de cartão de crédito

O Banco do Brasil (BB) quer estimular qualquer usuário dos cartões de crédito do banco a eliminarem a impressão das faturas mensais, atitude que pode contribuir para reduzir a destruição de árvores e preservar o meio ambiente.
A partir deste mês, todos os clientes que possuem cartões do banco poderão emitir as faturas pelo Portal BB na Internet. Correntistas já podiam consultar e pagar a fatura por meio da rede sem a necessidade de imprimir o boleto. Agora, essa solução verde foi estendida também ao não correntista, de acordo com informações do banco à imprensa.
Além de emitir o boleto (com código para pagamento em internet banking), o banco explica que os portadores do cartão podem consultar as últimas seis faturas fechadas e o extrato com lançamentos futuros, com discriminação das despesas do titular e dos adicionais. Para isso, basta se habilitar para navegar no ambiente seguro do Portal BB.
Com acesso à fatura de qualquer computador conectado à Internet, os usuários de cartões do Banco do Brasil poderão cancelar o envio do boleto impresso pelo correio.
Uma média de 9 milhões de faturas é impressa e postada todos os meses pelo BB. "Ao solicitar que o Banco não envie mais a fatura impressa para a casa dele, o cliente toma uma atitude
em defesa da sustentabilidade do planeta", diz o banco, em comunicado.
A natureza agradece!

domingo, 27 de abril de 2008

Calor que preserva o meio ambiente


O inverno brasileiro deste ano contará com uma novidade da rede americana Wal-Mart: cobertores feitos com garrafas PET. A iniciativa da rede, já à venda em outros países, evita que as garrafas plásticas usadas em refrigerantes sejam depositadas no meio ambiente e ainda garantem a oferta de cobertas a preços mais acessíveis, segundo a varejista.
De acordo com o Wal-Mart, são necessárias 100 garrafas para cada cobertor, que são produzidos com o fio de poliéster feito 100% a partir de fibra de PET. Os produtos já estão nas lojas das regiões Sudeste e Sul do Brasil.
A ação ainda envolve um trabalho em parceria com as cooperativas de catadores, que ajudam a rede de varejo a recolher as garrafas que precisa para a produção das mantas, evitando que elas sejam despejadas no meio ambiente, ao mesmo tempo em que garante a renda desses catadores.
A imagem acima é da campanha do Wal-Mart para o mês da Terra, que já citamos aqui no dia 22 de abril.
E você, o que tem feito em prol do meio ambiente?

terça-feira, 22 de abril de 2008

'Dia da Terra' convida à reflexão


Você reparou que o site do Google hoje mostrava o logotipo da companhia (ao lado) de uma forma diferente? Saiba que a mudança é uma alusão ao Earth Day, ou Dia da Terra, celebrado hoje em todo o mundo.
A idéia é despertar a atenção da população para o meio ambiente e ainda convocar a todos para que façam apelos às autoridades de seus países em prol da preservação ambiental.
O primeiro Earth Day foi celebrado em 1970, nos Estados Unidos, por sugestão de um senador daquele país. Mas a idéia foi ganhando outras nações com o mesmo objetivo: celebrar o que já foi feito em prol do ambiente e cobrar ações mais efetivas que amenizem os efeitos das mudanças climáticas e do aquecimento global. Você já fez sua parte em prol do meio ambiente hoje?

quarta-feira, 12 de março de 2008

Escola garante economia de energia suficiente para abastecer 60 residências

O IESDE (Inteligência Educacional e Sistema de Ensino), instituição de ensino de Curitiba (PR), aproveitou as férias escolares no início deste ano e substituiu sua infra-estrutura de rede com foco em um sistema que preserve o meio ambiente. A empresa escolheu o programa Green IT, da Furukawa, para garantir que todos os materiais retirados fossem reciclados ou devidamente despejados no meio ambiente.
Nem sempre esse tipo de atitude é mensurável do ponto de vista dos benefícios, mas, neste caso específico, a escola mostra que não se tratou apenas de uma ação politicamente correta. Segundo cálculos da Furukawa, o programa evitou que 400 quilos de detritos, como dioxinas, aldeídos e metais pesados, fossem depositados nos aterros industriais.
Ela ainda economizou recursos naturais como 76 toneladas de minério de cobre, duas toneladas de calcário, 750 litros de água e mais de 12.600 kWh de energia - energia suficiente para abastecer mais de 60 residências de classe média durante 1 mês, segundo a instituição.
A escola substituiu o sistema de cabeamento estruturado, unindo tecnologia Categoria 6 para os departamentos que exigem maior tráfego e Categoria 5e para telefonia e demais departamentos, que totalizam 485 pontos de rede. Segundo ela, 100% do cabeamento obsoleto retirado foi coletado pela Furukawa e destinado ao programa Green IT para possibilitar o reaproveitamento destes resíduos.
O IESDE salienta que uma das principais preocupações do projeto foi com a deposição correta dos materiais (cabos, equipamentos, etc) retirados para instalação da nova rede de distribuição de serviços de telecomunicações. A escola, que produz material didático no formato de CDs e livros, modernizou sua estrutura e, ao mesmo tempo, garantiu uma economia de recursos considerável.