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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Hora de mudar de ares!

Queridos leitores, depois de passar momentos muito agradáveis com meu Blog aqui no Blogger, decidi migrá-lo para uma nova casa, mas com os mesmos princípios e ideais.
Por isso, informo-lhes que o TI Cidadã está agora no UOL (http://ticidada.blog.uol.com.br/) e espera a leitura de vocês, assim como todos os comentários que acharem pertinentes.
Continuamos a abordar iniciativas (ou a falta delas) nas áreas de responsabilidade social corporativa, preservação do ambiente, fontes renováveis de energia e inclusão social e digital.
Abraços!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Igualdade salarial entre raças e sexos ainda está distante

A desigualdade salarial entre sexos cai, mas a um ritmo lento demais, o que, nas projeções da ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, pode exigir quase 90 anos para que homens e mulheres tenham o mesmo salário quando desempenham a mesma função.
"Se fizermos uma regra de três simples, projetando os dados para o futuro, levaríamos 87 anos para superar a diferença salarial entre homens e mulheres", lamentou a ministra, em entrevista publicada na Agência Brasil, durante a divulgação do estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), nesta terça-feira.
"Desde 1993, as mulheres já superaram os homens em anos de estudo. No entanto, ainda sofrem mais com o desemprego, e as que estão empregadas ganham menos que eles", afirma o relatório do IPEA, disponível em seu website.
A desigualdade não é percebida só entre sexos, mas também entre raças, de acordo com a pesquisa.
"As mulheres negras são as que ganham menos, registram as maiores taxas de desemprego, as menores de emprego formal e formam o maior contingente de domésticas. Ser empregada doméstica ainda é, no Brasil do século 21, o emprego mais comum para a mulher negra. A cada cinco negras, uma é doméstica. Para a mulher branca, essa proporção diminui para uma doméstica em cada oito com trabalho remunerado", aponta o IPEA.
"Apesar da igualdade formal, presente na letra da lei e de importância inquestionável, é na vivência cotidiana que a ideologia que reforça iniqüidades de gênero e raça é mais explicitamente
percebida", diz Marcio Pochmann, presidente do IPEA, no relatório.
Ele conclui que "se as desigualdades não são neutras quanto ao sexo e à cor, é preciso lançar luz sobre esses recortes de forma a potencializar a ação pública no sentido de enfrentá-las. Somente
quando a igualdade formal se traduzir em igualdade real poderemos nos orgulhar da consolidação da nossa democracia".
É uma triste realidade, para a qual não podemos fechar os olhos.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Definido o Operador Cidadão de TV paga em 2008

Como eu prometi, agora já posso divulgar a empresa de TV paga escolhida como Operador Cidadão 2008, processo do qual fiz parte da comissão julgadora, convidada da associação Neo TV.
O mais gratificante foi perceber o quanto as empresas de TV paga das regiões mais remotas do país têm se empenhado em desenvolver ações de responsabilidade social em suas comunidades.
Todos os projetos que se increveram para o prêmio tinham muitos méritos, mas as notas da comissão julgadora acabaram concedendo o prêmio deste ano para o Projeto Teleapae, desenvolvido pela Sidys TV a Cabo, de Currais Novos (RN), em parceria com a Apae local.
A operadora organizou e apresentou um programa nos moldes do "Criança Esperança" da TV Globo ou o "Teleton" do SBT, porém em uma região muito mais modesta e com muito menos recursos, e colocou até funcionários em motos para buscar a domicílio as contribuições para a Apae da região.
A operadora mostrou que pode usar seu negócio e o empenho de sua equipe, voluntariamente, para mobilizar a cidade em prol dos portadores de deficiência.
À Sidys TV, os meus parabéns!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Empresas valorizam cada vez mais Índice de Sustentabilidade da Bovespa

O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), indicador composto pelas ações emitidas por empresas que apresentam alto grau de comprometimento com sustentabilidade e responsabilidade social, está ganhando importância cada vez maior entre as companhias.
As que ingressam no índice ou nele permanecem fazem alarde e comemoram, como vimos nesta semana, em que a Bolsa de Valores anunciou os nomes das companhias que farão parte da lista a partir de 1 de dezembro.
O movimento mostra o quanto ganhou importância para as companhias de capital aberto serem reconhecidas pelo critério do comprometimento social.
A BM&F Bovespa divulgou que a nova carteira passará a incluir os papéis da Celesc, Duratex, Odontoprev, TIM, Oi (Telemar) e Unibanco, enquanto que os da Aracruz, CCR Rodovias, Copel, Iochpe-Maxion, Petrobras e WEG foram excluídos.
Segundo a bolsa, as participantes da nova carteira do ISE foram selecionadas entre as 51 empresas que responderam ao questionário desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVCes) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) e enviado às 137 companhias emissoras das 150 ações mais líquidas da Bovespa.
Criado em 2005, o índice foi formulado com base no conceito internacional Triple Botton Line (TBL) que avalia elementos ambientais, sociais e econômico-financeiros. Aos princípios do TBL, foram adicionados outros três indicadores: governança corporativa, características gerais e natureza do produto, explica a Bovespa em seu site.
"Pelo quarto ano consecutivo, a Diagnósticos da América S.A. (Dasa) compõe a carteira de empresas listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa. Única empresa no segmento de saúde inserida no índice, a Dasa está presente na lista desde que o ISE foi instituído, em 2005 ", disse a Dasa em comunicado à imprensa.
"Companhias tradicionalmente presentes, como Petrobras, Aracruz e Copel, ficaram de fora. Isso sugere mudanças importantes no que se refere à inclusão de práticas sustentáveis na gestão corporativa", avaliou o Instituto Ethos, em outra nota.
Veja a lista completa das companhias no site da BM&FBovespa.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Ainda existem 1,2 milhão de crianças no mercado de trabalho

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) divulgada nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) traz um dado triste: ainda existem mais de 1,2 milhão de crianças entre 5 e 13 anos no mercado de trabalho.
O número, que se refere ao ano de 2007, mostra uma tímida redução sobre o ano anterior. Em 2006, 4,5% das crianças dessa faixa etária eram exploradas em trabalhos de adultos, índice que caiu para 4% no ano passado.
Você pode se perguntar o que um Blog de responsabilidade social na área de Tecnologia da Informação (TI) tem a ver com a exploração da mão-de-obra infantil.
O fato é que, por uma questão de responsabilidade, acho importante destacar eses números para que as empresas de informática, celular e produtos do gênero acompanhem toda a cadeia produtiva de seus bens para impedir radicalmente que qualquer das suas etapas envolva a mão-de-obra infantil.
A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de trabalho a menores de 14 anos. Boa parte das crianças que hoje engordam essa triste estatística é da zona rural, distantes portanto da indústria, e muitas arriscando a saúde em canaviais e outras atividades perigosas. Mas nem todas estão na área agrícola. Fique atento e denuncie.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Telefônica controla gasto de água e quer reduzir consumo de papel

O grupo Telefônica traçou metas de preservação do meio ambiente no relatório de responsabilidade corporativa (foto) de 2007, divulgado recentemente no Brasil.
A companhia de origem espanhola já tem um plano para reduzir o consumo de papel e conseguiu, no ano passado, manter inalterado o gasto de água em suas dependências na comparação com o ano anterior.
No relatório divulgado à imprensa, a Telefônica explica que 94% do seu gasto de papel é provocado pela emissão das faturas mensais de telefone aos paulistanos. Em 2007 foram 2,036 milhões de quilos de papel.
Para amenizar esse gasto e preservar as nossas árvores, ela pretende, este ano, implantar a contar eletrônica (e-conta), pela internet, para substituir a fatura em papel daqueles que quiserem.
A empresa instalou uma comissão corporativa de meio ambiente no Brasil em 2007 que traçou uma plano estratégico para a gestão de resíduos e o desenvolvimento sustentável das atividades da companhia.
Segundo o relatório, no que se refere ao consumo de água, o grupo está desenvolvendo ações para racionalizar o uso e evitar gastos desnecessários. Em 2007, ela consumiu 1,083 bilhão de litros, volume similar ao de 2006.
O exemplo mostra que mesmo setores que aparentemente provocam pouco impacto nas mudanças climáticas podem - e muito - contribuir para a preservação ambiental.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Teste sua aptidão para a sustentabilidade

Se você abrir uma empresa, será capaz de geri-la com responsabilidade social e com foco na sustentabilidade do negócio? O Instituto do PVC encontrou uma forma lúdica e divertida de medir o grau de comprometimento de cada empreendedor.
O PVC Game se propõe a testar sua capacidade de gerenciar uma indústria e seus produtos de forma sustentável, levando em conta os aspectos sociais, ambientais e econômicos de todo o ciclo de vida de um produto, desde a extração das matérias-primas até a reciclagem, tomando como base a cadeia produtiva do PVC, plástico usado em setores como construção civil, embalagens e equipamentos médicos.
O jogador poderá agregar conhecimento sobre o ciclo de vida do PVC nessa experiência e deverá tomar decisões estratégicas nessa indústria virtual no sentido da sustentabilidade e competitividade.
Ele será avaliado por todas as forças que atuam na sociedade, como por exemplo, governo, comunidades, ONG’s, cientistas, consumidores e concorrentes, como explica o instituto PVC. A estratégia de gerenciamento escolhida deverá atender às demandas de todos esses atores.
Para o diretor executivo do Instituto do PVC, Miguel Bahiense, em material distribuído à imprensa, o PVC Game é uma forma divertida e ao mesmo tempo educativa para divulgar os produtos de PVC e os caminhos adotados por esta indústria em busca da sustentabilidade.
No início do PVC Game, o internauta recebe 5 mil euros para começar sua indústria. O jogo simula um período de 10 anos, ao final dos quais o "empreendedor" recebe uma avaliação que mostra o desempenho da empresa no quesito sustentabilidade, além do desempenho econômico do negócio.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Países africanos querem aprofundar parceria em política social com o Brasil

Seis países do continente africano estarão em Brasília na próxima semana para conhecer exemplos de políticas sociais do Brasil.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, informou à Agência Lusa que a idéia é mais que divulgar as iniciativas brasileiras, mas estabelecer parcerias com os países, especialmente os de língua portuguesa.
Os técnicos de Angola, Moçambique, Gana, Namíbia, Quênia e Tanzânia vão participar do Seminário de Proteção e Promoção Social em Países Africanos, que será aberto segunda-feira no Palácio do Itamaraty.
Na quinta e sexta-feira da próxima semana, a missão africana, acompanhada de técnicos do governo brasileiro, também vai visitar programas sociais no Recife, onde poderá conhecer de perto projetos de apoio à agricultura familiar, cisternas, restaurantes populares, centro de referência de assistência social e o Bolsa-Família, programa que hoje atende mais de 11 milhões de famílias.
O ministro lembra que o Brasil e os países africanos têm raízes culturais comuns e que a presença de descendentes de africanos no Brasil é muito forte. Com certeza, os dois lados têm muito a ganhar com o fortalecimento dessa união.
A cooperação entre Brasil e África na área de proteção e promoção social começou em 2005, em uma ação integrada com o governo inglês. Em 2007, lembra o ministério, o Brasil contribuiu para a implantação do programa de transferência de renda de Gana, que hoje beneficia 3,2 mil famílias em situação de extrema pobreza.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pesquisa aponta as 10 melhores e piores em responsabilidade social

As empresas precisam ficar atentas. Cada vez mais, elas são alvos de classificações que vão além de seu desempenho financeiro e mercadológico, mas avaliam suas preocupações com a sociedade em que estão inseridas e com o meio ambiente em que vivem.
Ontem (16/07), foi a vez do instituto de pesquisa Market Analysis apontar as 10 melhores e piores companhias que atuam no Brasil sob o ponto de vista da responsabilidade social.
Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%), em uma relação onde constam também Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia.
Entre as empresas avaliadas como piores pela pesquisa anual, batizada de Monitor de Responsabilidade Social, Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar/Oi (5,3%), na lista que ainda tem McDonald's, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae.
A classificação toma como base a opinião dos próprios consumidores. A pesquisa ouviu 805 adultos (18-69 anos), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília. As entrevistas foram realizadas em novembro e dezembro de 2007, no domicílio do entrevistado. A margem de erro é de aproximadamente 3,4%.

P.S.: Por falar em responsabilidade ou a falta dela, hoje faz um ano em que vivemos a maior tragédia aérea do país, com o vôo JJ3054. Deixo aqui o meu carinho e os meus sentimentos a todos os que perderam algum ente querido neste acidente.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Panorama da diversidade ainda é triste no Brasil

A afirmação é do presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young, em encontro sobre Responsabilidade Social nas Empresas e os Direitos Humanos hoje (24/6): essa é uma agenda "que não avança no Brasil".
Segundo ele, em seu discurso de abertura do evento, "o panorama no Brasil ainda é muito triste e não temos nada do que nos orgulhar".
Young citou dados da 4a. Pesquisa Ethos/Ibope que mostram que "a diversidade nas empresas praticamente não mudou nos últimos oito anos".
Houve, segundo ele,, "pequena mudança na inclusão de mulheres" em cargos de chefia, mas elas ainda são minoria. Segundo a pesquisa, as mulheres hoje ocupam 37% dos cargos superiores, 11% dos cargos executivos e 24% dos gerenciais nas companhias.
Os negros, na avaliação de Young, "continuam subrepresentados", já que, apesar de representarem 50% da população, são ainda 25% do quadro funcional.
Quando se trata dos deficientes, "a situação é ainda mais triste", de acordo com o presidente do Ethos. O estudo mostra que portadores de deficiência são apenas 1,9% do quadro funcional. Por isso, ele conclui: "não há inclusão de deficientes no ambiente de trabalho".
Young afirmou que, apesar do discurso das empresas em adotar padrões de diversidade, "o departamento de RH acaba reproduzindo o padrão do homem branco, saudável, acima de 25 anos, como o prioritário no recrutamento".
Quando iremos mudar esse cenário?

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Fiesp quer mobilizar empresários para a responsabilidade social

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) quer que as empresas despertem para a responsabilidade social. E isso vale para companhias de todos os portes, já que, das 150 mil indústrias que a entidade representa, só 2% são de grande porte e 6% de médio - enquanto 92% do total correspondem a empresas pequenas, segundo informações da própria associação.
A federação realiza este ano a segunda edição de uma mostra de responsabilidade socioambiental onde, além de debater o tema, estimula a apresentação de casos concretos de aplicação. Será em agosto, em São Paulo.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, chegou até a aceitar uma sugestão feita em encontro com a imprensa ontem (19/06): estudar um cálculo de Produto Interno Bruto (PIB) que inclua índices de responsabilidade social e preocupação ambiental.
Um fórum entre os diversos grupos de trabalho da entidade se reúne em setembro para discutir o assunto, já que não basta gerar riqueza - é importante saber em que condições sociais e ambientais ela está sendo criada.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Consumidor brasileiro fica entre a expectativa e a descrença

O consumidor tem interesse em conhecer o que as empresas fazem em termos de responsabilidade social, mas estão descrentes com seu poder de pressão como clientes para exigir que elas façam mais.
Esta foi uma das conclusões do estudo "Responsabilidade Social nas Empresas - Percepção do Consumidor Brasileiro", realizado em conjunto pelos institutos Akatu e Ethos.
"Há uma dissonância entre as expectativas do consumidor e o que as empresas, na percepção do consumidor, estão fazendo", afirmou o presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar, na divulgação da pesquisa.
De acordo com o estudo, a expectativa dos consumidores é alta em relação ao que as empresas poderiam fazer, o que gera decepção com a prática.
Na pesquisa, 77% dos entrevistados alegaram ter muito interesse em saber como as empresas tentam ser socialmente responsáveis.
Ainda que não seja muito ativo, o brasileiro sabe que tem poder de influenciar as empresas, já que 75% dos ouvidos concordam que, como consumidor, podem interferir na maneira como uma empresa se torna responsável.
Segundo os institutos, nos países desenvolvidos o consumidor é mais ativo em punir as empresas indiferentes à responsabilidade social ou em premiar as responsáveis socialmente, mas, infelizmente, no Brasil os números do engajamento são menores que a média mundial.
Enquanto nos países desenvolvidos a média é de 35% entre os consumidores que punem ou premiam empresas conforme a responsabilidade social, no Brasil o índice oscila entre 12% e 13%.
De quem é a culpa? Das empresas, que não levam a sério suas ações de responsabilidade social ou não as divulgam adequadamente, ou do consumidor, que não usa efetivamente seu poder, que não se engaja para pressionar o mundo corporativo?
O que você acha?

segunda-feira, 10 de março de 2008

Tecnologia a serviço do bem!

Este é o TICidadã, um Blog que vai tratar das iniciativas de responsabilidade social das áreas de TI e Comunicações.
Também vai apontar ações que deixaram de ser tomadas e que poderiam ter feito a diferença em termos de inclusão digital, capacitação profissional e estímulo à um ambiente corporativo mais saudável e solidário.
Como a TI também pode ser usada em prol da vida, iniciativas de Biotecnologia também serão abordadas.