O Brasil e os demais países do Mercosul ganharam um programa, na semana passada, de estímulo ao desenvolvimento da Biotecnologia na região, ciência que envolve o uso da tecnologia para garantir melhorias a áreas como agricultura, fármacos e cosméticos.
O bloco de países assinou com a União Européia o Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Biotecnologias no Mercosul (Biotech), para incrementar a geração de conhecimento em cadeias produtivas relevantes para os países e ainda garantir a transferência de tecnologia da Europa de forma integrada com empresas.
De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, as áreas escolhidas foram carne bovina, carne aviária, florestal e oleaginosas. O Biotech contará com recursos da ordem de 7,3 milhões de euros, dos quais 1,3 milhão de euros será o valor da contrapartida do Mercosul.
As prioridades, segundo o ministério, são a sanidade animal das cadeias produtivas de carne bovina e avícola, com foco em tecnologias para diagnóstico da aftosa, da salmonella e da campylobacter (ambas bactérias que causam doenças em aves); a produção de biocombustíveis, principalmente o etanol, na área florestal; e as tecnologias para o combate à ferrugem da soja, no caso da área definida como oleaginosas.
A idéia dos países é criar, no âmbito do Mercosul, uma coordenação na área de biotecnologia que vincule empresários, pesquisadores e governos e que permita a implementação de uma estratégia regional, facilitando a transferência de conhecimento.
Se você se interessou e quer saber mais sobre a Biotecnologia, acompanhe o site dedicado a esse assunto dentro do endereço eletrônico do Ministério da Ciência e Tecnologia. Verá que o campo é vasto para uma série de inovações e melhorias na vida de todos nós!
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domingo, 11 de maio de 2008
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