A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), propôs que empresas e governo promovam uma nova edição do programa Forsoft, programa de formação de mão-de-obra cuja primeira versão capacitou jovens carentes na área de tecnologia.
O primeiro Forsoft foi feito em parceria com o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e capacitou jovens como programadores de computador em nível médio.
O projeto foi realizado em 17 cidades brasileiras, através de aulas à distância, com o apoio de empresas-madrinhas para cada turma, que garantiam o emprego de, no mínimo, 10% dos alunos formados.
No novo Forsoft que a Brasscom propõe, segundo material divulgado à imprensa, a idéia da entidade é manter as aulas à distância, mas alterná-las com aulas presenciais e com o ensino do idioma Inglês voltado para a área de tecnologia. A Brasscom também quer renovar a grade curricular do curso, que teria duração de um semestre.
A idéia é formar 10 mil jovens em 2009 em todo o Brasil. Os Ministérios da Ciência e Tecnologia e do Trabalho e Emprego assinaram acordo em novembro para oficializar o Forsoft. Para custear o projeto, o Ministério do Trabalho usará recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e também da iniciativa privada, através das empresas do setor que se comprometerão com a contratação dos jovens.
Se o Brasil tem carência de mão-de-obra especializada na área de TI e os jovens de todo o país têm dificuldade de conseguir seu primeiro emprego, a iniciativa tem tudo para dar certo, não é?
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Basf amplia programa de capacitação de jovens
A empresa química Basf mantém um programa de capacitação de jovens carentes há 25 anos, mas agora decidiu ampliar seu escopo e também permitir a profissionalização de um número ainda maior de adolescentes.
Segundo a companhia, o programa já beneficiou cerca de 750 adolescentes desde seu início, o que faz dele "uma das mais importantes iniciativas sociais da Basf". A cada ano o projeto "Crescer" atende cerca de 120 jovens de baixa renda nos municípios de São Bernardo do Campo e Guaratinguetá, ambos em São Paulo.
Em um comunicado à imprensa, a companhia de origem alemã afirma que em 2008 o Crescer entra em uma nova fase "para que os beneficiários tenham mais chances de desenvolvimento na vida, não apenas profissionalmente".
O programa ganhou duas novas vertentes: a da cultura do empreendedorismo e a academia de ciência. Dessa forma, o número de jovens atendidos será ampliado em cerca de 23% e os investimentos poderão ser aplicados também em outros projetos. A Basf estima que o investimento este ano será de R$350 mil.
A nova fase do projeto Crescer teve início no mês de junho em São Bernardo do Campo e conta com a participação de 120 estudantes. Para fazer frente aos desafios de formação educacional de adolescentes, o curso abre oportunidades para o desenvolvimento profissional e de novos negócios, como forma de estimular o empreendedorismo.
Com a parceria do SEBRAE, SENAI, Ong Tesourinha, RealMicrocrédito e Grupo ABC, o intuito é mostrar aos alunos da faixa etária entre 17 e 21 anos como lidar com múltiplos problemas e oferecer opções de vida futura que lhe permitam descobrir seu potencial para o trabalho.
A companhia explica que ao longo do ano os jovens irão passar por cursos profissionalizantes dentro das áreas em que a Basf atua, como pintura e repintura automotiva, confecção em couro e tecido. Eles também contarão com um espaço criado para auxiliá-los nos primeiros seis meses de andamento do seu novo negócio.
No que se refere ao estímulo à ciência, a Basf fechou uma parceria com o Instituto Fernand Braudel para complementar os estudos de alunos do ensino médio. O programa terá início em 2009 e atenderá 90 jovens das escolas públicas parceiras de Guaratinguetá. O investimento anual estimado para este projeto é de aproximadamente R$170 mil.
Você conhece iniciativas semelhantes? Conte para a gente.
Segundo a companhia, o programa já beneficiou cerca de 750 adolescentes desde seu início, o que faz dele "uma das mais importantes iniciativas sociais da Basf". A cada ano o projeto "Crescer" atende cerca de 120 jovens de baixa renda nos municípios de São Bernardo do Campo e Guaratinguetá, ambos em São Paulo.
Em um comunicado à imprensa, a companhia de origem alemã afirma que em 2008 o Crescer entra em uma nova fase "para que os beneficiários tenham mais chances de desenvolvimento na vida, não apenas profissionalmente".
O programa ganhou duas novas vertentes: a da cultura do empreendedorismo e a academia de ciência. Dessa forma, o número de jovens atendidos será ampliado em cerca de 23% e os investimentos poderão ser aplicados também em outros projetos. A Basf estima que o investimento este ano será de R$350 mil.
A nova fase do projeto Crescer teve início no mês de junho em São Bernardo do Campo e conta com a participação de 120 estudantes. Para fazer frente aos desafios de formação educacional de adolescentes, o curso abre oportunidades para o desenvolvimento profissional e de novos negócios, como forma de estimular o empreendedorismo.
Com a parceria do SEBRAE, SENAI, Ong Tesourinha, RealMicrocrédito e Grupo ABC, o intuito é mostrar aos alunos da faixa etária entre 17 e 21 anos como lidar com múltiplos problemas e oferecer opções de vida futura que lhe permitam descobrir seu potencial para o trabalho.
A companhia explica que ao longo do ano os jovens irão passar por cursos profissionalizantes dentro das áreas em que a Basf atua, como pintura e repintura automotiva, confecção em couro e tecido. Eles também contarão com um espaço criado para auxiliá-los nos primeiros seis meses de andamento do seu novo negócio.
No que se refere ao estímulo à ciência, a Basf fechou uma parceria com o Instituto Fernand Braudel para complementar os estudos de alunos do ensino médio. O programa terá início em 2009 e atenderá 90 jovens das escolas públicas parceiras de Guaratinguetá. O investimento anual estimado para este projeto é de aproximadamente R$170 mil.
Você conhece iniciativas semelhantes? Conte para a gente.
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domingo, 20 de julho de 2008
Governo promete centros de inclusão digital para a área rural
O Ministério da Ciência e Tecnologia prometeu implantar 500 centros de inclusão digital em áreas rurais do Brasil a partir de outubro deste ano.
O investimento está estimado em 25 milhões de reais. Segundo o governo, as Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste serão as primeiras a receber os centros, por serem as mais carentes.
Cada um deles terá 12 computadores conectados à internet e capacidade para receber 300 a 400 pessoas por mês, segundo informações da Agência Brasil.
Até o final de agosto, o ministério vai lançar um edital para a contratação dos 500 centros. Os recursos pagos às empresas vencedoras serão repassados por meio da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia. O primeiro convênio de instalação das unidades de inclusão digital no campo será feito para o prazo de um ano.
Além de permitir que a população das áreas rurais não fique mais tão isolada da sociedade, graças à Internet, o projeto do ministério também espera facilitar a permanência dos jovens no campo, já que muitos deles não enxergam hoje na área rural atrativos para impedir a sua ida às grandes cidades.
O acesso aos recursos de informática pode abrir novas perspectivas para esses jovens hoje alijados da informação e de oportunidades profissionais. Vamos acompanhar para saber se o projeto sai mesmo do papel.
O investimento está estimado em 25 milhões de reais. Segundo o governo, as Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste serão as primeiras a receber os centros, por serem as mais carentes.
Cada um deles terá 12 computadores conectados à internet e capacidade para receber 300 a 400 pessoas por mês, segundo informações da Agência Brasil.
Até o final de agosto, o ministério vai lançar um edital para a contratação dos 500 centros. Os recursos pagos às empresas vencedoras serão repassados por meio da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia. O primeiro convênio de instalação das unidades de inclusão digital no campo será feito para o prazo de um ano.
Além de permitir que a população das áreas rurais não fique mais tão isolada da sociedade, graças à Internet, o projeto do ministério também espera facilitar a permanência dos jovens no campo, já que muitos deles não enxergam hoje na área rural atrativos para impedir a sua ida às grandes cidades.
O acesso aos recursos de informática pode abrir novas perspectivas para esses jovens hoje alijados da informação e de oportunidades profissionais. Vamos acompanhar para saber se o projeto sai mesmo do papel.
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
Escola pública com recursos de tecnologia
Uma unidade de ensino médio com altos recursos tecnológicos, aliada a um centro de pesquisa e inovações e um espaço para exposições e seminários. Mas tudo a partir de uma escola pública, gratuita.
Esa é a idéia do Nave - Núcleo Avançado em Educação, que o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da operadora de telefonia, e o governo do Estado do Rio de Janeiro inauguraram ontem (27/05) em uma antiga central telefônica da Oi, no bairro da Tijuca, na capital fluminense.
Com a oportunidade criada pela chegada da TV digital, em dezembro do ano passado, a escola, com capacidade para atender 600 jovens, quer preparar os estudantes para exercer profissões contemporâneas como roteiristas, programadores, designers e gestores de TV digital, internet, celular e jogos eletrônicos.
Em um comunicado à imprensa, a Oi explica que, além da formação no ensino médio, os alunos terão acesso às disciplinas necessárias para a introdução da cultura digital como programação de jogos, criação de conteúdo para TV digital, desenvolvimento de roteiros interativos, criação e manipulação de som e imagem.
"Se hoje o jovem passa horas do seu dia na Internet ou jogando games, por que não usar essas ferramentas dentro do currículo tradicional da escola? Essa é a proposta do Nave, que vai usar a tecnologia como uma ferramenta educacional", destaca a secretária de Estado de Educação do Rio, Tereza Porto, no comunicado da Oi.
O governo acredita que o estado do Rio de Janeiro, com a chegada da TV digital, tem condições de aproveitar as oportunidades geradas por toda a cadeia produtiva relacionada às novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.
O projeto Nave será formado pelo Colégio Estadual José Leite Lopes, pela Fábrica de Cultura Digital – um centro de pesquisa e inovações – e pela Usina de Expressão, espaço voltado para exposições e seminários.
Um modelo similar foi implantado em 2006 pelo Oi Futuro no Centro de Ensino Experimental Cícero Dias, em Recife (PE), escola pública de tempo integral que desenvolve uma fábrica de jogos onde os alunos aprendem na escola a produzir jogos eletrônicos.
Ainda no ano letivo de 2008, serão admitidos 176 alunos no Colégio José Leite Lopes. Segundo a Oi, a proposta pedagógica será baseada na educação interdimensional, que desenvolve não apenas o raciocínio e a inteligência, mas também a parte afetiva do aluno. A prática acadêmica da nova escola unirá as matérias do ensino médio ao centro de pesquisa e inovação.
Que a iniciativa sirva de exemplo a muitas outras!
Esa é a idéia do Nave - Núcleo Avançado em Educação, que o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da operadora de telefonia, e o governo do Estado do Rio de Janeiro inauguraram ontem (27/05) em uma antiga central telefônica da Oi, no bairro da Tijuca, na capital fluminense.
Com a oportunidade criada pela chegada da TV digital, em dezembro do ano passado, a escola, com capacidade para atender 600 jovens, quer preparar os estudantes para exercer profissões contemporâneas como roteiristas, programadores, designers e gestores de TV digital, internet, celular e jogos eletrônicos.
Em um comunicado à imprensa, a Oi explica que, além da formação no ensino médio, os alunos terão acesso às disciplinas necessárias para a introdução da cultura digital como programação de jogos, criação de conteúdo para TV digital, desenvolvimento de roteiros interativos, criação e manipulação de som e imagem.
"Se hoje o jovem passa horas do seu dia na Internet ou jogando games, por que não usar essas ferramentas dentro do currículo tradicional da escola? Essa é a proposta do Nave, que vai usar a tecnologia como uma ferramenta educacional", destaca a secretária de Estado de Educação do Rio, Tereza Porto, no comunicado da Oi.
O governo acredita que o estado do Rio de Janeiro, com a chegada da TV digital, tem condições de aproveitar as oportunidades geradas por toda a cadeia produtiva relacionada às novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.
O projeto Nave será formado pelo Colégio Estadual José Leite Lopes, pela Fábrica de Cultura Digital – um centro de pesquisa e inovações – e pela Usina de Expressão, espaço voltado para exposições e seminários.
Um modelo similar foi implantado em 2006 pelo Oi Futuro no Centro de Ensino Experimental Cícero Dias, em Recife (PE), escola pública de tempo integral que desenvolve uma fábrica de jogos onde os alunos aprendem na escola a produzir jogos eletrônicos.
Ainda no ano letivo de 2008, serão admitidos 176 alunos no Colégio José Leite Lopes. Segundo a Oi, a proposta pedagógica será baseada na educação interdimensional, que desenvolve não apenas o raciocínio e a inteligência, mas também a parte afetiva do aluno. A prática acadêmica da nova escola unirá as matérias do ensino médio ao centro de pesquisa e inovação.
Que a iniciativa sirva de exemplo a muitas outras!
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Inclusão digital de idosos ganha novas turmas em Porto Alegre
A empresa municipal de tecnologia da informação de Porto Alegre (Procempa) tem constatado que quanto mais vagas oferece para a inclusão digital de idosos, mais cresce a procura desse público. A boa notícia é saber que essa capital tem procurado atender à demanda e, a partir desta quinta-feira, abriu mais três novas turmas do curso gratuito que oferece para inclusão e capacitação dos idosos no mundo da informática.
Os cursos envolvem conteúdos como Introdução à Informática, Sistema Operacional, Pacote Office e Internet, de acordo com a Procempa. São duas horas de aula, diariamente.
Entre janeiro e fevereiro, oito turmas já foram capacitadas na cidade. Com isso, 156 habitantes com mais de 60 anos já estão hoje aptos a usar o microcomputador para ler notícias, trocar e-mails, receber fotos. O número é mais da metade dos 300 capacitados pela Procempa nesses dois primeiros meses do ano. Até 2007, 620 idosos já haviam passado pelos cursos do município.
Acompanhe o depoimento de um deles, a professora aposentada Gessy da Silva Fioravante, divulgada no site da Procempa na sua formatura, em dezembro passado: "Através do MSN, que uso várias horas do meu dia, combato a solidão e faço novas amizades. A aposentadoria me assustou um pouco, então encontrei nos e-mails e nas mensagens uma forma imediata de retomar minha comunicação com o mundo".
Os cursos envolvem conteúdos como Introdução à Informática, Sistema Operacional, Pacote Office e Internet, de acordo com a Procempa. São duas horas de aula, diariamente.
Entre janeiro e fevereiro, oito turmas já foram capacitadas na cidade. Com isso, 156 habitantes com mais de 60 anos já estão hoje aptos a usar o microcomputador para ler notícias, trocar e-mails, receber fotos. O número é mais da metade dos 300 capacitados pela Procempa nesses dois primeiros meses do ano. Até 2007, 620 idosos já haviam passado pelos cursos do município.
Acompanhe o depoimento de um deles, a professora aposentada Gessy da Silva Fioravante, divulgada no site da Procempa na sua formatura, em dezembro passado: "Através do MSN, que uso várias horas do meu dia, combato a solidão e faço novas amizades. A aposentadoria me assustou um pouco, então encontrei nos e-mails e nas mensagens uma forma imediata de retomar minha comunicação com o mundo".
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